22 corretoras recomendam ações para janeiro

São Paulo – O ano de 2012 terminou com um bom desempenho da Bolsa brasileira, que teve alta de 7,40%. O rali de dezembro – a corrida às Bolsas em função do giro de carteira dos gestores no fim do ano – se confirmou e salvou o Ibovespa de fechar o ano no zero a zero. Em função disso, todas as corretoras tiveram alta em suas carteiras recomendadas no mês, e aproveitam o otimismo relativo dos mercados para recomendar ações um pouco mais voláteis e com maior potencial de valorização para janeiro.

O acordo do Congresso americano em relação ao “abismo fiscal” animou os mercados neste início de ano e deve surtir efeitos ainda em janeiro. Mesmo assim, os analistas alertam que a resolução total do problema ainda não foi alcançada, até porque ainda existe o impasse em relação ao aumento do teto da dívida. Em relação à Europa e China, os analistas esperam estabilidade, uma vez que continua a situação de alerta em relação à crise e à manutenção do crescimento, respectivamente.

Há um otimismo em relação às empresas voltadas para o mercado externo, como a Vale, pois a manutenção do real desvalorizado é uma expectativa para todo o ano. O aumento insuficiente do preço da gasolina e a pressão da inflação em 2013 mantêm alguns analistas pessimistas em relação à Petrobras. As ações voltadas para o mercado interno devem continuar a ser impulsionadas pelo aumento da renda, depois que o salário mínimo subiu acima da inflação. Em função disso tudo, as carteiras recomendadas apresentaram menos papéis defensivos para janeiro.

Veja a seguir as ações recomendadas pelas corretoras para janeiro:

Ágora e Bradesco

A carteira Top 10 da Ágora Corretora teve alta de 6,4% em dezembro, e acumula alta de 33,7% em 2012.

Papéis incluídos: TIM, Anhanguera, Hypermarcas, Pão de Açúcar, ALL, Direcional. Papéis retirados: BM&FBovespa, Brasil Brokers, Estácio, Localiza, Telefônica Vivo e Totvs.

O grande destaque da carteira Top 10 da Ágora em dezembro foi o Banco ABC Brasil, com alta de 13%. Os analistas esperam que as empresas, no geral, tenham um desempenho melhor em 2013, depois de um ano fraco como 2012. A corretora mexeu em mais da metade da carteira, de acordo com o que acredita ter maior potencial de valorização.



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